Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade.
A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa deste duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto - e raro - de crítica e público.
Minha Opinião: O maior diferencial desse livro para qualquer outro livro que se passa no período da Alemanha Nazista é que o livro é narrado pela própria morte, e isso foi uma ou a coisa que eu mais gostei desse livro, apesar de que você por alguns você acaba esquecendo; Além disso as vezes tem umas reflexões como seria se a morte seria se fosse um personagem....
Apesar de termos a Liesel, ela é super fofa e tudo mais, só que eu me apaguei mais ao Has, ao Rudy, e o Max, não vou falar muito sobre eles, se não vou acabar dando spoilers;
A minha principal dica é leia no inverno, no frio, eu não tenho esse negocio dependendo do clima um tipo de livro, quando comecei a leitura estava quente e a leitura não rendia, e depois esfriou e o restante da leitura passou no piscar de olhos...
O livro é dividido em 10 partes (Em cada volta deve ter por volta de 6 capítulos) e um epilogo.
* Quando a Morte Conta uma História Você Deve Parar Para Ler









Oi pessoal, eu sou a Djennyfer, ou simplesmente Jenny!

