Katniss conseguiu sair da arena pela segunda vez, mas, mesmo assim, ainda não está a salvo. A Capital está irritada e quer vingança e, por isso, inicia uma represália a toda a população. Numa trama tão violenta quanto psicológica, Suzanne Collins consegue provocar, em A esperança, um debate sobre a moral e os valores da guerra e as consequências das escolhas feitas por cada um dos personagens.
Ser o símbolo da revolução tem um preço alto para Katniss, que terá que decidir o quanto da sua própria humanidade e sanidade ela poderá arriscar em nome da causa, dos seus amigos e da sua família. É pela voz da protagonista, ainda mais feroz e obstinada, que a autora desafia o leitor a refletir em meio a cenas cruéis de combate. Tudo isso numa narrativa brilhante, com viradas surpreendentes que levam a um desfecho chocante e original.
Minha opinião: O começo eu achei bem parado, as vezes ate me entediava, principalmente porque no inicio a gente está muito na cabeça da Katniss e ela fica contando como é a vida nos Distrito 13, ela fica pensando no Peeta que está na capital, também fica está obcecada, pensando em ciclo: Tudo que deu errado na sua vida e na das outras pessoas, é culpa do presidente Snow, eu tenho que matar o Snow. Mas depois melhora e volta o ritmo "normal" da trilogia. Depois que o livro "sai" do Distrito 13, começa o que muitos estavam esperando, a rebelião, a grande guerra. Muita gente não gosta de A Esperança, por conta do final, como minha mãe diz eu sou do contra, devo admitir que amei o final, e se tivesse mais sobre aquele final eu iria amar, e sinceramente espero que não mudem isso no filme.

Oi pessoal, eu sou a Djennyfer, ou simplesmente Jenny!


Nenhum comentário:
Postar um comentário